
Estádio Arena da Baixada,
Curitiba,
25 a 27 de Março de 2026
Garantir o meu passaporte Desafios Programação
Cidades Inteligentes precisam ser saudáveis
Os desafios foram cocriados em evento para mais de 70 participantes e mentores no dia 11 de março de 2026, na Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, com o apoio e facilitação da DparaE, consultoria de Design de Serviço e apoio à tomada de decisão estratégica, com Ênfase na indústria da saúde
Desafios:
Os desafios do Smart City Health Hackathon, cocriado em pela parceria entre a Academia Médica e a Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, obedecem aos pilares do manifesto. Assim, as soluções que queremos devem interoperar não apenas dados, mas também as culturas e silos das verticais que buscam o Bem Estar do Cidadão
1. O Esgotamento da Força de Trabalho na Saúde
O Desafio:
O Brasil atingiu o recorde de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025. A sobrecarga física e mental dos profissionais deteriora a qualidade do atendimento e coloca em risco a segurança dos pacientes. O problema reside na dificuldade de prever o esgotamento antes que ele resulte em colapso.
🤔 Como poderíamos proteger a saúde mental e física dos profissionais de saúde para garantir a sustentabilidade do cuidado na cidade?
Por que faz sentido?
Atende diretamente ao pilar "Cidades Saudáveis para Trabalhadores". Sem profissionais saudáveis, não há resiliência no sistema urbano. É um problema real, urgente e com dados disponíveis para modelagem preditiva.
2. A Fragmentação do Cuidado e do Dado do Cidadão
O Desafio:
A "ultrafragmentação da saúde" impede que o histórico do paciente o acompanhe de forma fluida pela rede urbana. Essa falta de interoperabilidade causa erros de diagnóstico, exames repetidos desnecessariamente e uma jornada confusa para o cidadão.
🤔 Como poderíamos garantir que a informação de saúde acompanhe o cidadão de forma contínua para eliminar as falhas na jornada de cuidado?
Por que faz sentido?
Ataca o critério de Interoperabilidade e Inteligência Coletiva (um dos mais pontuados na avaliação). Projeta a cidade como um ecossistema conectado, onde o dado serve ao bem-estar e não à burocracia.
3. Eficiência de Recursos: Impacto Social e Ambiental
O Desafio:
O uso indiscriminado e o descarte elevado de materiais hospitalares geram custos que sufocam o orçamento público e privado. Além disso, o desperdício contribui para a pegada ambiental negativa da saúde urbana, ferindo princípios de sustentabilidade.
🤔 Como poderíamos transformar a gestão de recursos médicos para eliminar o desperdício, maximizar o impacto social e minimizar o impacto ambiental na saúde urbana?
Por que faz sentido?
Une os pilares CEIS (Complexo Industrial) e ESG. É um desafio com alto potencial de viabilidade técnica e realismo, permitindo soluções que geram economia imediata para serem reinvestidas na própria cidade.
4. Experiência e Acolhimento da Diversidade Neurodivergente
O Desafio:
Pacientes neurodivergentes e suas famílias enfrentam barreiras severas em salas de espera e atendimentos devido a ambientes sensoriais agressivos e profissionais despreparados para suas necessidades específicas.
🤔 Como poderíamos redesenhar a experiência de saúde na cidade para que ela seja verdadeiramente inclusiva e acolhedora para pessoas neurodivergentes?
Por que faz sentido?
Foca em "Necessidades Não Atendidas das Populações Urbanas". Cumpre a missão do Manifesto de transformar a cidade em um agente de "felicidade" e inclusão, exigindo empatia e inovação centrada no ser humano.
5. Resiliência Urbana frente a Crises Sanitárias e Ambientais
O Desafio:
As cidades costumam ser reativas, agindo apenas quando as epidemias ou desastres climáticos já estão instalados. Há uma explosão de dados urbanos que ainda não são capturados para prevenir surtos ou otimizar recursos em escala populacional.
🤔 Como poderíamos transformar a infraestrutura e os dados urbanos em ferramentas ativas de prevenção e resiliência para a saúde da população?
Por que faz sentido?
Reflete o coração do Manifesto: a mudança de paradigma de uma cidade consumidora para uma cidade agente ativa de bem-estar. Explora a abordagem One Health (Saúde Única), integrando saúde humana, ambiental e animal.
Quais são os desafios?
Este Hackathon acontece na maior feira de cidades inteligentes do mundo. No dia 11/03 iremos discutir com as pessoas da saúde, docentes e discentes para entender quais são as principais dores de integração e interoperabilidade entre Público, Privado, Terceiro Setor e as demais verticais de zeladoria Urbana, que precisam ser modificados. Não são só dados, é um passo rumo a uma cultura de pensamento sistêmico
Desenhando Soluções
No primeiro dia de Smart City Health e Expo Curitiba, o estádio será o nosso campo de descoberta.
Serão 24 mil pessoas, 200 expositores de 900 cidades e 30 países que estarão no evento para que possam colaborar com o processo cocriativo dos participantes do evento para elucidar o que as pontes construídas pelas pessoas que se importam com saúde e bem estar devem ligar.
Você vai precisar ser diferente de tudo o que está ali. Mais ainda... que tal integrar empresas expositoras, cidades presentes com a solução do seu time?
Onde o Propósito encontra a ação
Seja reconhecido internacionalmente como um Hacker #4healthycities.
Você tem a chance aqui de criar algo que impacta milhões de pessoas, derrubando fronteiras, integrando dados e pessoas em busca da definição do que é saúde.
Agenda:

Esqueça os hackathons tradicionais em salas fechadas. Aqui, o seu laboratório é a Smart City Expo Curitiba 2026. Você terá acesso ao maior ecossistema de cidades inteligentes do mundo para coletar dados, validar hipóteses e construir soluções que coloquem o Humano em Primeiro Lugar.
A Jornada: Do Insight ao Impacto
Nossa programação foi desenhada para ser um sprint de alto nível: da coleta estruturada de dados na feira à construção de personas reais, culminando em um pitch que pode mudar a sua trajetória profissional.
Confira abaixo o cronograma completo e prepare-se para o "Human First, Tech Later".
25/03 - Quarta Feira - Conhecendo o contexto
11:20 | Kick Off - Hackathon Smart City Health
Claudia Grandi, Business Designer DPARAE | Maurício Gaia, Partner NEVRAL Ventures
11:50 | Workshop: IA Generativa e Agêntica – Criando Soluções que Agem
Replit
12:20 | Workshop: Coleta de Dados Estruturados – Transformando Observação em Insights
Claudia Grandi, Business Designer DPARAE | Maurício Gaia, Partner NEVRAL Ventures
12:40 | Expedição de Campo: Imersão em Verticais e Coleta de Evidências
16:30 | Do Caos à Clareza: Consolidação com Matriz CSD, Stakeholders e IA
18:00 | Entrega 1: Entrega de Diagnóstico e Evidências de Campo
26/03 - Quinta Feira - Civic Hackers, healthcare first
10:30 | Workshop: Design Centrado no Humano – Personas e Jornadas de Saúde
13:30 | Workshop de Pré-ideação, ideação, clusterização e priorização
15:30 | Workshop de Prototipagem Rápida e Desenvolvimento de MVP
18:00| Entrega 2: Conexão Humano-Digital
27/03 - Sexta Feira - Apenas o começo
10:00 |A Arte do Pitch – Transformando Dados em Impacto
10:30 | Finalização de protótipos e apresentação
14:00 | Entrega final - Submissão de Projetos e Prova de Conceito
14:30 | Apresentação do Pitches
17:30 | Premiação final
Saúde é:
"bem estar biopsicossocial e espiritual, no advento ou não de doenças"
Definição do que é "Saúde", aceita para este evento...
Pronto para embarcar numa jornada de transformação das cidades por meio da saúde?
Co criar atendendo as necessidades não atendidas, desfragmentando as verticais da cidade por meio dos propósitos das pessoas que vivem e atuam pela saúde do cidadão!
Parceiros e referências
Um Hackathon é feito pela participação de muitas instituições e pessoas comprometidas com a resolução de necessidades não atendidas
Realização:
Patrocínio:
Apoio




